Frente Parlamentar pela Paz é lançada

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Os parlamentares são a favor das ODS?

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Reforma Trabalhista de Temer:avanços para o mercado, retrocessos para o trabalhador

Aprovada em julho de 2017, a Reforma Trabalhista do governo Michel Temer Lei nº 13.467 alterou mais de 100 pontos da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), sob a promessa de modernizar as relações de emprego e estimular a criação de vagas. Sete anos depois, especialistas apontam que os principais efeitos recaíram de forma negativa sobre os trabalhadores. Uma das mudanças centrais foi o fortalecimento do negociado sobre o legislado. Isso significa que acordos firmados entre patrões e empregados passaram a ter prevalência sobre a lei em temas como jornada, banco de horas, intervalos e plano de carreira. Na prática, sindicatos enfraquecidos — devido ao fim da obrigatoriedade da contribuição sindical — tiveram menos poder de barganha, deixando o trabalhador mais exposto a aceitar condições menos vantajosas. A terceirização irrestrita também ganhou força, permitindo que empresas contratassem prestadores de serviço para atividades-fim, antes restritas à atividade-meio. Críticos afirmam que a medida fragilizou vínculos e reduziu garantias, com impacto direto sobre salários e benefícios. A criação do trabalho intermitente, modalidade em que o empregado recebe apenas pelas horas efetivamente convocadas, trouxe ainda mais incerteza. Sem garantia de remuneração mínima mensal, muitos brasileiros passaram a viver em situação de instabilidade financeira. Outro ponto polêmico foi a facilitação da demissão por acordo, que autoriza a rescisão contratual com metade da multa sobre o FGTS e saque limitado do fundo. Embora apresentada como flexibilidade, na prática reduziu a proteção do trabalhador em caso de dispensa. A reforma também encareceu o acesso à Justiça do Trabalho. Antes gratuita, a assistência passou a prever que trabalhadores arcassem com custas processuais caso perdessem a ação, o que desestimulou a busca por direitos. Embora o discurso oficial fosse de geração de empregos, dados do IBGE mostraram que a precarização aumentou: cresceram o número de trabalhadores informais e sem carteira assinada. Para centrais sindicais e juristas críticos, a reforma consolidou um desequilíbrio estrutural, favorecendo empresas e enfraquecendo direitos históricos conquistados ao longo do século XX. Informalidade em alta e fragilização sindical No fim de 2017, ano da aprovação da reforma, 40,2% dos trabalhadores estavam na informalidade — cerca de 37,1 milhões de pessoas — desprovidas de direitos como férias, 13º salário e FGTS. A reforma, ao tornar facultativa a contribuição sindical, provocou queda abrupta nas receitas dos sindicatos — estimadas em até 95% — comprometendo sua capacidade de barganha coletiva. Em paralelo, modalidades precárias como o trabalho intermitente — responsável por 78,4% dos empregos formais gerados entre novembro de 2017 e julho de 2018 — se proliferaram especialmente nos setores de comércio e serviços, com salários mais baixos. Crescimento do informal e do autônomo De acordo com o IBGE (síntese da PNAD Contínua), a informalidade manteve-se elevada nos anos seguintes, atingindo 41,1% da população ocupada em 2019. Estudo também aponta que o “emprego informal e o trabalho por conta própria cresceram enquanto o emprego formal recuou”, sugerindo uma expansão do trabalho disfarçado e de caráter precário. Empregos formais e desemprego: brechas insuficientes Embora o país tenha recuperado postos formais e reduzido o desemprego em certos momentos, os ganhos foram frágeis. – Até 2019, foram geradas 644 mil vagas com carteira assinada — o maior saldo anual desde 2013 — mas mesmo assim a informalidade retornou a patamares elevados (41,1%). – O desemprego caiu para 11% no último trimestre de 2019 — a menor taxa desde 2015 — mas críticos afirmam que isso se deu sobretudo em razão das novas formas de contratação com menor proteção. Panorama recente (2025): formalização crescente, mas sem dissipar a precariedadeSegundo dados mais recentes do IBGE, entre fevereiro e abril de 2025, o setor formal bateu recorde com 39,6 milhões de trabalhadores com carteira assinada na iniciativa privada, um crescimento de 3,8% em relação ao mesmo período de 2024. Também houve queda na informalidade, que chegou a 37,9% (cerca de 39,2 milhões de trabalhadores), contra 38,7% um ano antes. Ainda assim, o número total de empregados informais — próximo de 39 milhões — permanece elevado. E há 3,5 milhões de pessoas desalentadas — que desejam trabalhar, estão disponíveis, mas não buscam emprego por descrença — além de cerca de 8 milhões de desempregados.

Ecologia Espiritual: Genealogia da Alma

O livro Ecologia Espiritual: Genealogia da Alma, de Ulisses Riedel, é uma obra que une reflexão filosófica, ciência e espiritualidade para repensar os rumos da humanidade diante da crise ambiental e moral do nosso tempo. Escrito em linguagem clara e acessível, o livro apresenta bases teóricas e práticas para compreender as causas da crise civilizatória e aponta caminhos para um planejamento estratégico apoiado em valores éticos e espirituais.   O leitor é convidado a despertar uma nova consciência planetária, que vai além da preservação ambiental: trata-se de uma transformação interior e coletiva, um novo modelo civilizatório capaz de harmonizar ciência, ética e espiritualidade. Inspirado na ideia da Anima Mundi – a Alma do Mundo – o autor propõe uma genealogia da alma que resgata o sentido profundo da existência, abrindo espaço para um Novo Humanismo e um Novo Período Iluminista. A obra ganha ainda mais relevância ao conhecermos a trajetória de seu autor. **Ulisses Riedel de Resende** é advogado, escritor e humanista, com vasta atuação em áreas que integram cidadania, ética e espiritualidade. Conferencista internacional, já proferiu palestras nas Américas, na Europa e na Ásia, sempre abordando temas ligados ao autoconhecimento, à cultura de paz e à responsabilidade social. É presidente da OSCIP União Planetária e da TV SUPREN, além de ter participado de iniciativas nacionais e internacionais de grande impacto em defesa da justiça social, dos direitos humanos e da sustentabilidade. Ecologia Espiritual é um convite à ação. Ao mesmo tempo em que sensibiliza o leitor, inspira a mudança de hábitos e a construção coletiva de uma civilização mais justa, ética e fraterna. Um livro essencial para educadores, ambientalistas, buscadores espirituais e todos que compreendem que a crise do planeta é também uma crise de valores humanos.

UP e MinC celebram parceria para apoiar a Cultura Criativa

A União Planetária (UP) e o Ministério da Cultura – MinC celebraram um Termo de Fomento que tem por objeto Realizar o projeto Concertoria de Artes Integradas em Alto Paraíso de Goiás, de cunho cultural, artístico, educativo e social, que consiste em uma série de oficinas – de canto/música, teatro, percussão corporal/vocal, fotografia e educomunicação, para público geral, finalizando a série com uma apresentação de professores e participantes, aberta ao público, como forma de ensinar os participantes a atuarem tanto na produção quanto na entrega de bons eventos culturais. > Conheça o Termo de Fomento firmado entre União Planetária e a Secretaria de Economia Criativa e Fomento Cultural do Ministério da Cultura. Clique aqui Valor total do Projeto e Plano de Aplicação dos Recursos: Valor Global: R$ 100.000,00 (cem mil reais) repassado pela Administração Pública. > Conheça o Orçamento completo e detalhamento de cada etapa do Projeto. Clique aqui Assim, a União Planetária, Pessoa Jurídica de Direito Privado, criada em 1º de outubro de 1997, Organização da Sociedade Civil de Interesse Público, com sede no Setor Comercial Sul – SCS, Quadra 01, Bloco G, nº 30, sala 1608, parte T, Asa Sul, Brasília/DF, CEP: 70.309-900, nesta cidade, registrada no CNPJ/MF sob o nº 02.755.157/0001-52, torna público, para conhecimento dos interessados, que está promovendo no prazo previsto Cotação Prévia de Preço nº 001, na modalidade menor preço unitário, no âmbito da proposta TRANSFEREGOV Nº 001077/2024, celebrado com a União, por intermédio da Secretaria de Economia Criativa e Fomento Cultural do Ministério da Cultura, para execução do referido Termo de Fomento. A presente Cotação Prévia de Preço regida Lei nº 8.666 de 21/06/1993 (e alteração subsequentes), pelo Decreto nº 6.170, de 25 de julho de 2007 e pela Portaria Interministerial nº 424, de 30 de dezembro de 2016 e suas alterações e pelos itens e anexos abaixo. > Conheça o EDITAL para a aquisição de recursos humanos que serão utilizados no projeto “Concertoria de Artes Integradas”. Clique aqui

A planta para a construção de um mundo Ideal

“Mundo Ideal” é uma visão inspiradora sobre a possibilidade de construir uma civilização pautada em valores éticos, fraternos e sustentáveis. Ulisses Riedel, humanista e fundador da União Planetária, nos convida a refletir sobre os caminhos da humanidade diante de crises sociais, ambientais e espirituais, propondo uma transformação baseada no amor, na cooperação e na consciência planetária. A obra combina experiência de vida, observações filosóficas e uma profunda sensibilidade espiritual. Ao longo das páginas, o autor propõe uma nova mentalidade coletiva, onde a dignidade humana e a solidariedade substituem a competitividade e o egoísmo. Com uma escrita clara, envolvente e visionária, Mundo Ideal dialoga com todos aqueles que acreditam em um futuro melhor, oferecendo não apenas um diagnóstico das mazelas atuais, mas também soluções possíveis e urgentes. É um chamado para que cada leitor seja agente de mudança, contribuindo para um mundo mais justo, harmonioso e pleno de sentido.“Mundo Ideal” é uma leitura transformadora, que emociona, inspira e reforça a certeza de que uma outra realidade é possível — e começa em cada um de nós.